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sábado, 30 de maio de 2015

EX-PREFEITOS DE PEDRO AVELINO

LUIZ GONZAGA CESAR DE PAIVA
  
 
 
GERALDO BEZERRA DE SOUZA - 1º ELEITO
 
CELESTINO BATISTA DA TRINDADE
MARCOS ANTONIO TASSINO DE ARAÚJO

domingo, 14 de agosto de 2011

Vicente Maria da Costa Avelino, o pai de Pedro Avelino




Vicente Maria da Costa Avelino, o pai de Pedro Avelino.

No livro Angicos, diz Aluízio Alves de Pedro Avelino “nascido em Angicos, a 19 de maio de 1861, entre as paredes humildes de um lar pobre, soube ele conquistar, pelo vigor da inteligência, uma posição definida e triunfante nos círculos literários brasileiros. Nunca a riqueza lhe bafejou a vida. Seus pais, Vicente da Costa Avelino, e D. Ana Bezerra Avelino, viveram dos parcos subsídios da advocacia provisionada, ou das magras rendas dum cartório sertanejo.”
Quando das minhas pesquisas genealógicas, a grande dificuldade que tive foi descobrir a relação de parentesco de Georgino Avelino, neto de Vicente, com o meu avô Cícero Avelino. Todo Avelino que encontrei se orgulhava de um ascendente que era primo de Georgino, mas ninguém conseguia demonstrar onde estava o elo desse parentesco. Por sua vez Georgino chamava a todos de primo. Era da natureza dele. Boa parte das minhas dificuldades advinha da forma alternada como apareciam, em vários documentos, os nomes de uma mesma pessoa. Havia inversões de sobrenomes, acréscimos ou supressões. Do lado paterno foi fácil descobrir, pois, a mãe de Georgino era prima legítima de minha avó Maria Josefina Martins Ferreira. Mãe Sinhá perdeu a mãe logo nos primeiros anos e foi criada pela tia, Maria Ignácia, mãe do capitão José da Penha e de Maria das Neves esposa de Pedro Avelino. A vida de Vicente, já no inicio foi muito atribulada. A primeira surpresa que tive foi descobrir, a partir do casamento de Vicente, que ele era filho natural de Alexandre Avelino da Costa Ferreira (Martins) e Maria Rodrigues da Costa. Segundo José Nazareno, membro da família, duas tias de Vicente convenceram Alexandre a reconhecer o filho antes de se casar com minha trisavó Anna Francisca Bezerra. Em 1857, com aproximadamente 18 anos, Vicente Ferreira da Costa Avelino, como era conhecido nessa época, já aparecia na Câmara Municipal fazendo arremates de diversos tipos de impostos, por um período de um ano, recebendo títulos e para isso assinando letras para pagar de duas vezes. Nesse inicio teve algumas dificuldades para pagamento das mesmas. Quis até devolver os títulos e receber as letras de volta alegando que as autoridades não policiavam como deviam o referido imposto. A Câmara não aceitava as alegações de Vicente que voltava inquirindo sobre o indeferimento e ponderando, ainda, que a mesma não deveria ter colocado em leilão um ramo de imposto que estava em dúvida de ser paga pelos Municipianos. A Câmara voltava a indeferir. Vicente pediu prazo a Câmara para pagar as letras em virtude de moléstias. Foi concedido. Noutra ocasião, pede para pagar uma letra que estava para se vencer, depois que voltasse de uma viagem que precisava fazer. A Câmara nega. Mais adiante, a Câmara solicitou que o procurador apresentasse as letras vencidas de Vicente ao fiador. Nessa época, Vicente com aproximadamente 18 anos, tinha dificuldades advindas, com certeza, da inexperiência. Nesse mesmo ano de 1857, Vicente se casou com Anna da Natividade Bezerra, filha de Matheus da Rocha Bezerra e Ana Angélica Bezerra. Raptou a moça, segundo José Nazareno. Já em novembro de 1860 a Câmara despachou requerimento do Juiz Municipal substituto José Teixeira de Souza pedindo que atestasse qual a conduta civil e moral de Vicente Ferreira da Costa Avelino e quais as habilitações para os lugares de Escrivão de Órfãos, Civil, Judicial e Notas e da mesma forma do escrivão interino Joaquim Antonio d’Albuquerque. No primeiro quesito atestou a Câmara que Vicente não tinha conduta regular e mesmo habilitações para os lugares de Escrivão Capítulo Judicial e Notas, votando contra Miguel Francisco da Costa Machado Junior que achava o contrário. Ainda aí, deve ter pesado a idade de Vicente. Já para a legislatura que começara em 1861, Vicente obteve a terceira suplência e chegou a ser convocado, várias vezes, por conta das ausências sistemáticas de alguns vereadores. Em uma das sessões, ele aparece já na condição de Tabelião Público. Em certo momento, passou a usar o nome Maria no lugar de Ferreira que usava até então. Aliás, os companheiros de Câmara pediram que se oficiasse ao Governador da Província informando que alguns vereadores mudaram o sobrenome. Verifiquei, depois disso, que esses vereadores acrescentaram ao nome, o sobrenome Maria. Não encontrei razões para isso. Em 1858 nasce seu primeiro filho Emygdio Avelino, pai de Edinor e avô de Gilberto Avelino. Em 1859, nasceu Emygdia e em 1861, Pedro Avelino, pai de José Georgino Avelino Alves de Souza, do Diplomata Vicente Avelino e de Camilo Lutero Avelino. Outras filhas são Ana dos Prazeres (Donana), Luiza (Biluca), Balbina e Maria Clara. Vicente teve 21 filhos nos 22 anos casado. Segundo José Nazareno, Vicente se associou a um certo Borja lá em Pendências, comprando muitas terras. Chegou a morar por lá. Morreu com apenas 40 anos de idade de febre maligna. Lutou muito, ficou no anonimato, mas deixou uma descendência ilustre. Era ainda irmão do cadete José Avelino, tio do Cardiologista Téodulo Avelino, tio avô do escritor Afonso Bezerra e meu tio bisavô.

FONTE: BLOG HIPOTENUSA, DE JOÃO FELIPE

terça-feira, 25 de maio de 2010

EX-PREFEITOS DE PEDRO AVELINO RN

NOMEADOS:
1 –Capitão Luiz Gonzaga César de Paiva - 01/01/1949
2 - capitão Pedro Vicente de Lima
3 - Capitão Pedro Heráclito Pinheiro
4 - José Nestor Gouveia - 27/04/1952
CONSTITUCIONAIS:
1 - Geraldo Bezerra de Souza
Eleito em 07/12/1952
Posse em 01/04/1953
2 – Luiz Felipe Câmara
Eleito em 05/01/1958
Posse em 31/03/1958
VICE – Pedro Gomes da Silva
3 – FELISBERTO MUNCIO
Eleito em 07/10/1962
Posse em 31/03/1963
4 – CELESTINO BATISTA DA TRINDADE
Eleito em 15/11/1968
Posse em 31/01/1969
4  - MANUEL DOS PASSOS - 1969
5 – Dr. João Adauto da Costa
Eleito em 15/11/1972
Posse em 31/01/1973
6 – José Adécio Costa
Eleito em 15/11/1976
Posse em 31/01/1976
VICE – Francisco Canindé Costa
7 – José Alves da Câmara
Eleito em 15/11/1982
Posse em 31/01/1983
INTERVENTOR
JOUMAR BATISTA CÂMARA, com o impedimento do titulat, assume o interventor,Joumar, no período de  5 de junho de 1986 até 1º de janeiro de 1989
8 – Neide Suaeli da Costa
Eleita em 15/11/1988
Posse em 01/01/1989
9 – Francisco Canindé Câmara
Eleito em 03/10/1992
Posse em 01/01/1993
10 – Neide Sueli da Costa – 2ª vez
Eleita em 03/10/1996
Posse em 01/01/1997
VICE – Marcos Antônio Tassino de Araújo

11 – Edeclaiton Batista Trindade

Edeclaiton Batista da Trindade, filho de Celestino Batista da Trindade e Josefa Lindalva da Trindade. Nascido em 3 de junho de 1959, na Maternidade Gov. Aluízio Alves na Cidade de Pedro Avelino, casado com D. Ivone Teodoro da Trindade, pai de 03(três) filhos, André Araújo de França, Edeclaiton Batista da Trindade Júnior e Marina Teodoro da Trindade. Estudou nas Escolas Paroquial do Centro Social Nossa Senhora das Graças, Abel Furtado, Ginásio Paulo VI. Cursou o 2º grau na Escola Estadual Prof. Aluísio Teixeira, Natal – RN, onde concluiu o curso de desenho arquitetônico. Em 1984 volta para sua terra natal e desenvolve um trabalho pioneiro na área da agroindústria de laticínios, projeto que foi consolidado com a criação da Empresa de Laticínios São Pedro Ltda (Leite Marina). Esta Empresa proporcionou a geração de emprego em um município de poucas oportunidades. Em 2000, atendendo a convocação do seu município aceitou se candidatar a prefeito de sua terra conseguindo pleno êxito mediante as propostas de modernidade, transparência e distinção apresentada em praça pública. Em 1º de outubro de 2004 foi reeleito prefeito de sua terra natal, porém, foi cassado antes de reassumir o segundo mandato, ou seja, em 15 de dezembro de 2004. Foi Presidente da Federação dos Apicultores do Rio Grande do Norte, um projeto ambicioso que busca a fixação do homem no seu meio ambiente.
Eleito em 01/10/2000
Posse em 01/01/2001
11 – Edeclaiton Batista Trindade
Reeleito em 03/10/2004
Cassado – Em 15/12/2004 a Justiça Eleitoral cassou a eleição do prefeito Edeclaiton Trindade Batista da Trindade (PMDB), do município de Pedro Avelino, por abuso de poder econômico e de compra de votos, o qual nem sequer foi diplomado, quem recebeu o diploma foi o segundo colocado, o filho do ex-prefeito José Adécio Costa, José Adécio Costa Filho, conhecido popularmente por “ADECINHO”, porém, no dia 26 de dezembro de 2004 o Ministro do Supremo Tribunal Eleitoral, Dr. Sepúlvero Fertence, suspendeu a diplomação de Adecinho e quem tomou posse no cargo de prefeito em 1º de janeiro de 2005 foi o presidente da CÂMARA Municipal, o vereador Rômulo Figueiredo
12 – Rômulo Figueiredo
Posse em 01/01/2005
13 – Sérgio Eduardo Bezerra teodoro
Eleito em eleição complementar realizada no dia 15/10/2006
Posse em 31/10/2006

Sérgio Eduardo Bezerra Teodoro, 41 anos, casado, três filhas, é advogado e geógrafo. Nascido em 26 de julho de 1965, na comunidade de Deus nos Guie, zona rural do município de Pedro Avelino. Filho de família com tradição na vida pública do município. Seu pai, João Teodoro Sobrinho, é vereador de Pedro Avelino desde 1974.
Servidor da Secretaria Estadual de Educação e Cultura, Sérgio Teodoro ou Sérgio Cadó, como também é conhecido, já exerceu diversos cargos de direção no serviço público, destacando-se o Tribunal de Contas do Estado, Secretaria Estadual de Administração, Departamento Estadual de Trânsito e Secretarias de Planejamento e Educação da Prefeitura Municipal do Natal.
Foi eleito prefeito de Pedro Avelino em eleição suplementar realizada dia 15 de outubro de 2006, obtendo 3.056 votos, maioria de 1.129 votos. Sua votação correspondeu a 60% dos votos válidos. Tomou posse no cargo no dia 10 de novembro de 2006, com mandato até 31 de dezembro de 2008.
No comando da administração municipal, Sérgio Teodoro tem realizado um trabalho voltado para a retomada do desenvolvimento do município, resgate dos serviços prestados pela Prefeitura e melhoria da qualidade de vida da população.

CONSTRUÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO AVELINO

A História da construção da nossa prefeitura, tem muitas particularidades, que bem provavelmente só existam, nela a maior de todas é que ela foi bancada com dinheiro emprestado por um cidadão , o Sr Joaquim Inácio Câmara, isso quando o governador do estado era seu grande amigo, Dr José Varela, que após sancionar a Lei de emancipação do município, reuniu-se com o próprio Joaquim Inácio, Luiz Felipe, Pedro Alves e José Carneiro. onde afirmou que não tinha dinheiro para custear a construção dos prédios, e de imediato seu Joaquim , emprestou o dinheiro,  o nosso prefeito era o Cap. Luiz Gonzaga Cesar de Paiva. A primeira sede do executivo de Pedro Avelino, funcionava onde hoje é a casa da Sra Cleonice Caldas. Na época o imóvel pertencia ao Sr Justino Xavier de Souza . Para a construção da prefeitura da cidade, as telhas eram trazidas no trem , e transportadas até o local da obra em uma carroça de boi, que pertencia ao Sr Sérgio Florêncio Câmara, e conduzida pelo Sr Manoel Lourenço, os bois que puxavam o carro de boi se chamavam Diamante e Pinheiro. Os tijolos  para a obra foram feitos pela família Rosa ,Sebastião, João , Arnaudo , José , entre outros além de seu Dequinha, o sogro de Pedro Rosa. Entre os lugares de onde via a cal, podemos citar a fazenda Laginha. E entre os construtores e pedreiros, estavam, o Maranhense José Teixeira, "pai de Onofre Batista",  Alexandre Tenente, José Tenente ,Luís Carlos, Manoel Braulino, Chico Braulino, Dominguinho Leocádio e Manoel Campos, Já na parte da cobertura os grandes carpinteiros, Severino e José Doninha. Isso no inicio dos anos 50. Entre os primeiros funcionários estavam , Severina Xavier da Câmara , Francisco das Chagas Souza, Luiz Bezerra da Cunha, Pantaleão Tavares, Maria Ida Câmara, e 1ª tesoureira foi  Maria Helena da Costa , a funcionária numero 01 foi Maria Margarida Câmara "PECA". Hoje a sede do executivo é denominada de Palácio Geraldo Bezerra de Souza, nosso 1º prefeito eleito. e foi inaugurada em 1951
FONTE - PA EM PRETO E BRANCO

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PEDRO CELESTINO DA COSTA AVELINO


Jornalista PEDRO CELESTINO DA COSTA AVELINO,natural de Angicos-RN, nascido a 19 de maio de 1861 e faleceu no ano de 1923. Era filho ligitimo de Vicente Ferreira da Costa Avelino, e sua mulher Anna Biserra da Natividade . Foi batizado na Matriz de São José de Angicos, no dia 30 de maio de 1986, cujo padrinho foi o futuro Barão do Assú, Luiz Gonzaga de Brito Guerra e Anna Teixeira de Sousa casada, por sua Procuradora Maria Leocádia Teixeira de Sousa solteira, moradores da Freguesia de Campo Grande, realizado solenemente pelo Vigário Felix Alves de Souza

PEDRO AVELINO – Quando se fizer a história sincera do jornalismo potiguar, com as suas lutas e os seus homens, haverá para Pedro Avelino uma auréola de glória.
Nascido a 19 de maio de 1861, entre as paredes humildes de um lugar pobre, soube ele conquistar, pelo vigor da inteligência, uma posição definida e triunfante nos círculos literários brasileiros
Nunca a riqueza LHE BAFEJOU A VIDA. Seus pais Vicente e Ana Bezerra viveram dos parcos subsídios da advocacia provisionada, ou das magras rendas dum cartório sertanejo.
Pedro Avelino compreendeu, bem cedo, que não podia encerrar o seu talento na estreiteza da vila quieta, deitada ao sol quente do nordeste, sem preocupações e sem lutas.
Com 18 anos de idade partiu para o recife onde se colocou comércio. De 1879 a 1884 viveu na capital pernambucana, misturando as ocupações do balcão ingrato, com as delicias que os livros lhe proporcionavam.
Em 1885 volveu ao RIO Grande do NORTE.
Começou, então, a sua carreira literária. E espalha as chamas candentes de uma pela brilhante em artigos magistrais, comentários dos fatos políticos da época, discussões sobre problemas econômicos e sociológicos.
De 1892 a 1994 redige. Sozinho, “O Coixeiro”, HEBDOMADÁRIO REPUBLICANO. Escreve do cabeçalho ao pé da coluna, traduz telegramas, faz notícias, e para tudo nunca falta a palavra oportuna. O programa é ilimitado. “O Coixeiro” NÃO É ÓRGÃO DE COIXEIROS, NEM MESMO o órgão do comércio. “Aspira a mais dilatados horizontes na arena jornalística”, diz o primeiro número. E “A República”, noticiando a sua circulação, escreve: “É sério, sem tristeza, altivo, sem insolência”.
Esse jornal se marcou a sua influência na política do Estado, acenando-lhe com o futuro auspicioso, não o realizou. A vida política de Pedro Avelino foi, toda ela cheia de espinhos, entre campanhas sem conta e derrotas amargas, culpa, talvez, do seu temperamento impetuoso e arredio das acomodações.
Mesmo assim, chegaram, ainda, a desfrutar uma situação de destaque, integrando, em 1898, a redação da “A República”, a voz da mais alta e prestigiosa corrente partidária do Estado, Juntamente com Alberto Maranhão, Juvenal Lamartine e Manoel Dantas, os dois primeiros, alteados, depois, à direção do Rio Grande do Norte.
Deixou “A República”, a 4 de setembro de 1901, para dirigir “A Gazeta do Comércio”. Foi o seu rompimento com Pedro Velho, e assinalaria, na existência que, todavia, diminuísse o seu ardor combativo. A tão grave proporção chegou essa campanha, que, na noite de 18 para 19 de fevereiro, eram destruídas as oficinas do jornal oposicionista, palavra diária e corajosa contra a política do governo.
Resolveu, então, Pedro Avelino fixar residência no Rio de Janeiro. Demorando em Recife, dirigiu “O Pernambucano”, e fundou “a Pátria”. No Rio de Janeiro, com Alfredo Varela, redatoriou o “Comércio do Brasil”, fundando, depois, “O Correio do Brasil”, jornal variado e brilhante ao qual deu o melhor do seu talento.
Colaborou, ainda, na Capital da República, em todos os grandes jornais da época, notadamente, no “O Paiz”, “a Imprensa”, “A Época”,, “Correio do Norte” “A Tarde” e “A Razão”.
Em contacto com os mais prestigiosos vultos do momento político, foi nomeado, em 1912, prefeito do Acre, cargo que desempenhou por algum tempo.
Na chama campanha da “Salvação”, em que se pretendeu derrubar as correntes políticas mais tradicionais da política nacional, esteve ao lado de JOSÉ DA PENHA, no Rio Grande do Norte, combatendo, sem canseiras, o governo Alberto Maranhão.
Derrotados nessa luta, volveu ao Rio de Janeiro, onde exerceu as funções de tesoureiro da Estrada de Ferro Central do Brasil, lugar em que a morte o encontrou.
Em 1920 veio rever a terra maternal. Tinha esperanças de restaurar a saúde em Angicos. Realmente melhorou. Voltando ao Rio, faleceu à meia noite do dia 20 de julho de 1923, deixando viúva d. MARIA DAS NEVES ALVES AVELINO, com cinco filhos: GEORGINO AVELINO , jornalista carioca; VICENTE AVELINO, dedicado à diplomacia, autor de “Ideário”, livro publicado em Paris; MARIA ALBERTINA LEITE, esposa do Dr. LUIZ WALDVOGEL; e CAMILO AVELINO.
Com ele, findou-se uma das maiores vocações literárias do Estado. Malgrado se lhe apontem defeitos políticos, o seu nome deve construir uma glória para nossa terra que, pelo seu próprio esforço, conseguiu vencer nos torneios da inteligência, resumindo num estilo brilhante de mestre, as aspirações, os gritos, as paixões de nossa gente, fazendo-as queridas pelos que sabiam ver, através de tudo, a clareza de uma inteligência maravilhosa e a dutilidade de uma pena inesquecível
FONTE: LIVRO ANGICOS DO SAUDOSO ALUÍZIO ALVES, 1940

BRASÃO DE PEDRO AVELINO RN

PEDRO AVELINO, NA MESORREGIÃO CENTRAL DE PERO AVELINO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO AVELINO

PALÁCIO GERALDO BEZERRA DE SOUZA, PRIMEIRO PREFEITO CONSTITUCIONAL DO MUNICÍPIO DE PEDRO AVELINO, QUE TOMOU POSSE EM PRIMEIRO DE ABRIL DE 1953, ELEITO EM 7 DE OUTUBRO DE 1952

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Sou o subtenente PM/RN JOSÉ MARIA DAS CHAGAS, natural de Mossoró-RN, pai de quatro filhos e que tem como base principal de vida:AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS" e AMAR AO PRÓXIMO COMO AMO A MIM MESMO"; ÃLÉM DE SER HUMILDADE E ATÉ A PRESENTE DATA NUNCA ECONOMIZEI UM GOTA DE HONESTIDADE. TENHO A MANIA DE ESCREVER, ESCREVER, ESCREVER, DE LER, LER, LER; DE PESQUISAR. COM CINCO BLOGS NA REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES, CUJA META FINAL É DE CHEGAR AOS 7 BLOGS E 400 LINKS. SOU 95 POR CENTO TORCEDOR DO BARAÚNAS, O MAIS QUERIDO DE MOSSORÓ E 5 POR CENTO FLUMINENSE.

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